segunda-feira, 20 de outubro de 2014

O que são ONGs?


ONGs é a sigla para Organizações não Governamentais, que são instituições criadas sem ajuda ou vínculos com o governo, geralmente de fundo social e sem fins lucrativos.
As ONGS são caracterizadas por ações de solidariedade nas políticas públicas e pelo legítimo exercício de pressões políticas em favor de populações excluídas das condições da cidadania, ou também pelos direitos dos animais. As ONGs fazem parte do chamado terceiro setor da Economia.
O surgimento dessas organizações, deu-se pelo motivo da ineficiência dos Governos e do poder público em geral, para suprirem todas as necessidades da sociedade. Essas organizações constituem importantes alternativas para sistematizar a sociedade como um todo, pois promovem ações sociais, culturais, assistenciais etc.

As ONGs fazem parte de movimentos sociais e têm, como princípio o desenvolvimento humano e o alargamento da participação na cidadania. Elas apresentam uma grande diversidade, principalmente temática, variando desde as entidades ligadas ao meio ambiente e aos grupos feministas, até as organizações voltadas à proteção da criança e do adolescente.
Existem diversas áreas temáticas das ONGS, como educação, profissionalização, doenças como aids e DST , crianças e adolescentes, meio ambiente, ecologia, participação popular, direitos humanos, povos indígenas, negros, animais etc.

Empreendedorismo Social

Conceito de Empreendedorismo Social

“Empreendedorismo Social é o processo de procura e implementação de soluções inovadoras e sustentáveis para problemas importantes e negligenciados da sociedade  que se traduz em Inovação Social sempre  que se criam respostas mais efetivas (relativamente às alternativas em vigor) para o problema em questão.”
Filipe Santos, INSEAD 2012 Journal of Business Ethics


O Empreendedorismo Social é um campo de ação e investigação que tem vindo a ganhar uma crescente atenção por parte de académicos, políticos e profissionais dos diversos setores da economia.

Sempre existiram empreendedores sociais ao longo da história, ainda que não o fossem assim designados. Alguns exemplos de empreendedores sociais:
• Florence Nightingale de Inglaterra, fundadora da primeira escola de enfermagem e desenvolvimento de práticas de enfermagem modernas na Segunda Guerra Mundial;
• Michael Young, fundador da “School for Social Entrepreneurs” (SSE), que desempenhou um papel central na promoção e legitimação do campo do empreendedorismo social;

No momento presente, existem várias interpretações e definições de empreendedorismo social. Apesar da falta de consenso acerca deste conceito, o IES adota como unidade de análise primordial o empreendedor social e a(s) sua(s) iniciativa(s), definindo o empreendedor social como um catalisador de mudança que resolve eficazmente problemas sociais.

A lógica de ação dominante no empreendedorismo social é a capacitação, vista como a promoção da autonomia e responsabilidade individual dos destinatários da iniciativa, sendo que estes devem assumir um papel ativo na mudança pretendida.
Esta abordagem vai além do paternalismo e proteção excessiva e permite que os destinatários façam parte da solução encontrada pelo empreendedor social, contribuindo para que a mudança efetiva se realize.


Frequentemente o empreendedor social adapta conceitos, ideias e ferramentas de negócio como veículo de inovação a fim de superar os desafios sociais. Por isso, a sustentabilidade financeira é mais do que uma mera preocupação de sobrevivência é um requisito que a iniciativa deve cumprir para validar a sua existência.

Critérios base para uma iniciativa de Empreendedorismo Social
 
1. Resolve Problemas Sociais/Ambientais negligenciados
(Missão Social/Ambiental)
2. Tem um potencial de Transformação Positiva na Sociedade a nível Social/Ambiental
(Impacto Social/Ambiental)
3. Desafia a visão tradicional e utilizando modelos de negócio inovadores
(Inovação)
4. Tem um potencial de crescimento e/ou replicação noutro local geográfico
(Escalabilidade/Replicabilidade)


Qual a diferença entre Empreendedorismo e Empreendedorismo Social?

É consensual, na literatura acadêmica, apontar como principal característica distintiva do empreendedorismo social a missão de criar e maximizar o valor social, por intermédio de atividades inovadoras, ao invés da geração de lucro inerente ao empreendedorismo.
Assim, enquanto um empreendedor comercial procura oportunidades de criar e capturar valor econômico, para um empreendedor social, o foco da atenção é o problema da sociedade a resolver, mesmo que a resolução desse problema não pareça permitir fazer lucros. O empreendedor social procura maximizar a criação de valor social para a sociedade, satisfazendo a captura de valor (para si e para a sua organização) a um nível que assegure a sustentabilidade da solução em longo prazo.

ABAMPS


ABAMPS ou Associação Baiana de Amigos da MPS (Mucopolissacaridose) é uma ONG (Organização não governamental) que ajuda no tratamento de crianças com MPS.

·         -Doença
Mucopolissacaridose ou MPS é um subgrupo das doenças de depósito lisossômicos (DDL) as quais pertencem ao ainda maior grupo de doenças genéticas do metabolismo, causadas por deficiência de enzimas. Juntas, afetam cerca de 1 em cada 25.000 nascidos vivos por ano. Nas MPS, existe a deficiência ou falta de uma determinada enzima nos lisossomos, o que leva ao acumulo de glicosaminoglicanos (GAG), conhecida antigamente como Mucopolissacárides, nome que deu origem a patologia. Os glicosaminoglicano são moléculas que possuem em sua composição açucares que se ligam a uma proteína central. Essa molécula absorve água em demasia, adquirindo uma consistência viscosa, promovendo assim a lubrificação entre os tecidos, permitindo o deslizamento na movimentação entre eles. Essa diminuição de atrito entre os tecidos permite, por exemplo, o movimento das articulações ósseas. Esse acumulo leva a disfunção na lubrificação dos órgãos causando danos progressivos.

·         -Sintomas
As manifestações clínicas das MPS são normalmente multissistêmicas (afetam diversos órgãos) e muito variáveis, existindo formas leves, moderadas e graves. Podem afetar o cérebro, olhos, ouvidos, coração, fígado, ossos e articulações.

·        -Como surgiu a instituição
Nossa Associação nasceu em 2007, diante das dificuldades encontradas por vários pacientes baianos em conseguir acesso ao tratamento para a MPS e após uma importante conversa com a Dra. Angelina Costa. Naquela conversa pudemos contar a ela que, além de não recebermos nenhum tipo de orientação ou ajuda, também nos sentíamos muito sozinhos e pouco informados sobre os tratamentos disponíveis – uma situação bem diferente dos pacientes de São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro.
Então reunimos todos os pais de pacientes e, juntos, concluímos que para lutar pelos nossos direitos assegurados na Constituição e contar com algum apoio, precisaríamos formar uma Associação, onde cada pai e mãe teria sua função. E assim, iniciamos a ABAMPS com a Adriana Caborge como presidente, Márcia de Oliveira, vice-presidente e Iruama, mãe do Renato, como tesoureira.
Desde então, nosso trabalho tem crescido bastante: da orientação aos pais sobre as formas legais/judiciais para acesso aos medicamentos até a conquista de 8 centros de apoio no interior do estado, para os quais procuramos garantir transporte, exames e benefícios e onde os médicos e profissionais recebem orientação sobre os melhores cuidados necessários para pacientes portadores de MPS.
Atualmente, a presidência da ABAMPS está a cargo de Joílson Sacramento, pai da Andreza, e Márcia permanece na vice-presidência e, além da ajuda de todos os pais, familiares e amigos dos pacientes com MPS, contamos também com o apoio e orientação de uma profissional do Serviço Social.

[texto retirado do site da ABAMPS]

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Agronegócio - Visita as fazendas

No dia 14 de agosto de 2014 fizemos uma visita a duas fazendas (Barra da Alegria e Duas Barras) com a presença da professora Poliana referente à matéria de empreendedorismo para saber como funciona na pratica o agronegócio.

Fazenda Barra da alegria

Nesta primeira fazenda tivemos uma explicação sobre ordenha mecanizada e inseminação. A filha do proprietário, Camila e seu marido fizeram uma palestra sobre os dois temas e nos mostraram as dependências da fazenda e alguns de seus animais.



Local onde é feita a ordenha mecânica


Camila explicando como é o processo


 Explicação sobre inseminação




Local onde é feita a inseminação

Entendemos como é feita a ordenha, e como é feito o processamento do leite. Além da palestra sobre inseminação artificial, o que é e como é feita.
  •   Fazenda Duas Barras
Na segunda fazenda tivemos explicações sobre o café (todos os processos do café, até ser ensacado - grão). Vimos os funcionamentos da maquinas, as estufas de secagem e tudo que é utilizado no processo. Conhecemos também a sede da fazenda e pudemos lanchar em volta das dependências da casa.

Entrada da fazenda


Tanques de lavagem do café


Terreiro onde é depositado o café


Estufa para secagem do café


Secador de café


Maquina de beneficiar café


Deposito onde são armazenados os sacos de café


Sede da fazenda


Igrejinha no fundo da casa e um gramado onde lanchamos


Mesa de sinuca, sofás, televisão. Uma área onde pudemos aproveitar e descansar um pouco.

Pudemos ver um pouco do processo do café, desde a colheita até quando os grãos são ensacados. Vimos as maquinas em funcionamento e tivemos explicações de funcionários.

(Agradecemos aos proprietários das duas fazendas pelas palestras e por terem cedido o espaço para nossa aula pratica e a professora Poliana por ter organizado).


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Equilibrio de Nash e Teoria dos jogos

John Nash John Forbes Nash Jr. Nasceu em Bluefield, 13 de junho de 1928, é um matemático Norte-Americano que trabalhou na Teoria dos Jogos, na Geometria diferencial e na Equação de derivadas parciais, servindo como Matemático Sênior de Investigação na Universidade de Princeton. Compartilhou o Prêmio de Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel de 1994 com Reinhard Selten e John Harsanyi. Nash também é conhecido por ter tido sua vida retratada no filme Uma Mente Brilhante, vencedor de 4 Oscar (indicado para 8), baseado no livro- biográfico homônimo, que apresentou seu gênio para a matemática e sua luta Nash em 2006 contra a esquizofrenia.
Estratégia A estratégia começa com uma visão de futuro para a empresa e implica na definição clara de seu campo de atuação, na habilidade de previsão de possíveis reações às ações empreendidas e no direcionamento que a levará ao crescimento. A teoria dos Jogos interage com a economia a fim de encontrar estratégias racionais para situações em que o resultado depende não só da estratégia de um agente. Mas também das estratégias escolhidas por outros agentes que possivelmente tem estratégias diferentes e objetivos comuns.
Teoria dos Jogos Trata-se de uma ferramenta analítica para o estudo de situações onde haja interação e conflitos de interesses entre diversos participantes. Situação típica em negócios.
Jogos - Características • Conjunto de regras que especifica os elementos do jogo (jogadores, conjunto de ações possíveis para cada jogador, informações disponiveis para cada agente e delimita a ação dos jogadores • Conjunto de resultados (payoff’s) possiveis, decorrentes das ações de cada jogador).
Jogadores • Os jogadores são agentes econômicos que tomam decisões. Podem ser consumidores buscando maximizar sua satisfação ou empresas buscando maximizar seu lucro ou sua fatia de mercado.
Ações Estratégicas • Defini-se estratégia como sendo o conjunto de ações a ser executado ao longo do jogo, que resultará em respostas do adversário e implicará em um plano estratégico para cada ação e reação do opositor, compondo um complexo conjunto de alternativas (estratégias) e uma diversidade de lances.
Resultados • Os resultados ou (Payoff’s) é o conjunto de stratégias que definirá ou induzirá o resultado.
Classificação• A classificação do jogo de acordo com os diversos tipos possíveis de jogos permite que ele represente com maior ou menos fidelidade, diversas situações de conflito real. • Jogos baseados em regras x jogos de desenvolvimento livre; • Jogos cooperativos x jogos não cooperativos; • Jogos de informação perfeita x jogos de informação imperfeita; • Jogos de soma zero x jogos de soma não zero.
Tipologia dos Jogos • Os jogos podem ser cooperativos e não cooperativos. Além desta divisão, eles podem ser classificados de várias maneiras: Pelo número de participantes (duas, três ou n pessoas), pela propriedade de serem divisíveis ou não em subjogo, pelo fato de gerarem somas constantes ou variáveis nos payoffs dos participantes.
Análise de Estratégias• Uma das abordagens para analisar um jogo se faz por meio da analise das estratégias que conduzem aos seus possíveis equilíbrios. Sob este aspecto, existem dois tipos de equilíbrio básicos: o equilíbrio de estratégia dominante e o equilíbrio de NASH.
Equilíbrio de Nash - O dilema do prisioneiro é um problema da teoria dos jogos e um exemplo claro, mas atípico, de um problema de soma não nula. Neste problema, como em outros muitos, supõe-se que cada jogador, de modo independente, quer aumentar ao máximo a sua própria vantagem sem lhe importar o resultado do outro jogador. As técnicas de análise da teoria de jogos padrão - por exemplo, determinar o equilíbrio de Nash - podem levar cada jogador a escolher trair o outro, mas curiosamente ambos os jogadores obteriam um resultado melhor se colaborassem. Infelizmente (para os prisioneiros), cada jogador é incentivado individualmente para defraudar o outro, mesmo após lhe ter prometido colaborar. Este é o ponto-chave do dilema. No dilema do prisioneiro iterado, a cooperação pode obter-se como um resultado de equilíbrio. Aqui se joga repetidamente, pelo que, quando se repete o jogo, oferece-se a cada jogador a oportunidade de castigar ao outro jogador pela não cooperação em jogos anteriores. Assim, o incentivo para defraudar pode ser superado pela ameaça do castigo, o que conduz a um resultado melhor, cooperativo.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dilema_do_prisioneiro

 http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Forbes_Nash

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

E Commerce

O que é e-commerce 


E-commerce, ou comércio eletrônico, é a forma on-line de compra e venda. Ou seja, pela Internet, você pode adquirir os mais diversos produtos e serviços disponíveis na grande rede por meio das lojas virtuais. Você pesquisa, escolhe, especifica características — modelo, tamanho, cor, periodicidade — e a forma de pagamento. Depois, recebe, dentro de um prazo determinado, o produto ou serviço diretamente em sua casa.


A vantagem para as lojas virtuais é que elas não necessitam de espaço físico, diminuindo custos. Além disso, estão abertas 24 horas por dia e oferecem serviços personalizados de acordo com o perfil do consumidor. Elas também podem existir como serviço complementar de uma rede de lojas ou serviços já existentes ou somente na Internet.
Enquanto os consumidores vão, aos poucos, sentindo-se seguros com as compras on-line, as empresas investem em segurança e ampliam a oferta e a qualidade dos produtos e serviços. Nesse processo, acontece uma evolução, e novos hábitos vão, aos poucos, fazendo parte da vida de milhares de pessoas.

Segurança e Vantagens 


Quem já comprou, não parou mais. Depois de rompida a insegurança inicial com a primeira compra, o consumidor inicia uma gradativa mudança de hábito e se beneficia das ofertas e promoções exclusivas do e-commerce. Entre os atrativos estão ainda o conforto — não é necessário ficar na fila do caixa ou muito menos ir de loja em loja fazendo pesquisa de preços —; o preço — na maioria das vezes, menor que o da loja convencional —; o horário de funcionamento — 24 horas por dia —; as diversas opções de personalização; e ainda a facilidade de encontrar produtos e serviços que não estão disponíveis em sua cidade.

Para o professor de Inglês Jefferson Ferro, as compras on-line facilitaram a aquisição de livros. “A vantagem, na verdade, é a possibilidade de ter acesso a um produto que não está disponível em sua cidade”, avalia. Embora ele continue realizando compras em lojas convencionais, garante que depois da primeira experiência na Internet tudo ficou mais fácil. “Na primeira vez, comprei livros e fiquei ansioso por saber se iam chegar mesmo. Comprar algo sem ver, sem tocar, parece estranho. E de fato é... livros em especial. Mas chegaram bem, e a conta foi debitada em meu cartão de crédito como tinha de ser”, conta o professor.

Palavra de Especialista 


Os analistas de suporte à infra-estrutura de telecomunicações Glauco Christopher Mendes e Glaucio Henrique Passold respondem a algumas questões sobre segurança na Internet.


Em linhas gerais, como funciona a segurança de um site de compras?


Sites de compras utilizam os protocolos HTTPS e SSL para estabelecer uma conexão mais segura. Ambos oferecem mecanismos de autenticação na conexão e de encriptação de dados sobre o protocolo TCP/IP a fim de prover segurança nas transações cliente—site. A encriptação dos dados é feita utilizando-se um certificado, fornecido e assinado por empresas especializadas em criptografia e que se responsabilizam pela confiabilidade desta. Basicamente, funciona com a “codificação” dos dados antes de enviá-los ao site de compra e com sua decodificação pelo site. Essa encriptação utiliza uma chave de 128 Bits, que é muito difícil de ser quebrada. Os recursos de SSL estão disponíveis nos browsers Netscape (3.0 ou superior) e no Internet Explorer (3.01 ou superior).


Como o consumidor pode saber se o site é seguro? Que providências ele pode tomar, antes de fechar a compra, para evitar problemas de segurança, especialmente nas compras com cartão de crédito?


É importante atualizar periodicamente o antivírus da máquina, aplicar os patches de segurança de seu sistema operacional e até mesmo do browser que se utiliza para fazer o acesso. No momento em que for fazer a compra, na hora de fornecer seus dados, número do cartão de crédito e outras informações confidenciais, é importante conferir na barra de endereço do browser se o endereço está como HTTPS e não como HTTP. Isso significa que o site já utiliza algum nível de segurança. Além disso, você também pode verificar se na barra de status do browser, na parte inferior da tela, existe o desenho de um cadeado. Se houver, significa que o site está usando SSL e uma chave de criptografia.

Outra forma de se prevenir é comprar em sites conhecidos, como Americanas, Submarino, entre outros. É uma precaução a mais, pois, em sites novos, sem nome no mercado, pode haver falhas de segurança ou “armadilhas”. Outro fator que favorece a confiança no site é que somente clientes cadastrados possam efetuar compras.

É necessário conhecer a política de privacidade e segurança da empresa antes de efetuar compras on-line? 


Sim. Os contratos podem conter cláusulas que permitam divulgar seus dados ou endereço de e-mail. Além disso, por meio da política de privacidade e segurança, você pode verificar o quanto a empresa se responsabiliza pelos dados que você cadastra. 


Como as empresas estão investindo em segurança na Web e quais são as ferramentas mais avançadas nesse mercado?


O principal investimento é feito em tecnologia, seja com equipamentos, softwares, certificados de segurança ou capacitação de profissionais para aplicação desses recursos. Uma das principais, senão a mais conceituada empresa de certificação digital, é a Verisign.

Algumas instituições também investem em seus próprios certificados, mas a confiabilidade pública não é a mesma do que a de um certificado assinado pela Verisign.
Falando ainda em criptografia, a chave de 128 Bits é a mais utilizada hoje em dia para transações comerciais via Internet. Já existem chaves de 512 Bits, mas o preço e todo o processamento envolvido para codificação e decodificação não compensam para a utilização no comércio on-line.
As empresas estão preocupando-se em garantir a segurança das informações depois de recebidas e, para isso, adquirem equipamentos e softwares para serviços de firewall, buscando assim maior proteção aos seus data centers. Hoje, os produtos mais usados e avançados nesse segmento são o Firewall 1 da CheckPoint, o PIX Firewall Family da Cisco Corporation e o FortiGate Family da FortiNet Inc.
Algumas empresas utilizam pacotes fechados de soluções e produtos para comércio eletrônico. Os mais populares são da IBM, Novell e Microsoft.

Consumidores com todos os perfis
O e-commerce tem como um dos seus maiores diferenciais a possibilidade de atender tanto mercados enormes como nichos muito específicos.
Um exemplo disso é a Amazon.com, que vendeu milhões de livros Harry Potter, mas a metade do seu faturamento veio de livros com menos de dez unidades vendidas.
Este exemplo mostra como é possível atrair uma grande quantidade de pessoas de nichos de mercado específicos através da internet. Se o público consumidor dos seus produtos é pequeno na sua cidade, isso não é problema, porque você pode vender para pessoas interessadas no seu produto em qualquer lugar do país.
Uma livraria física não consegue oferecer todos os livros dentro de sua limitação de espaço físico, mas na internet é possível vender uma enorme variedade de títulos.
Defina claramente um público-alvo para o seu e-commerce e esteja atento para conhecer mais seus clientes e potenciais nichos de mercado. Com esse conhecimento, você poderá atender às expectativas dos clientes com maior eficácia e aproveitar da melhor forma as oportunidades oferecidas pelo mercado.
Fonte: http://www.educacional.com.br/vidainteligente/clickdigital02/lojasvirtuais.asp
http://www.e-smart.com.br/o-que-e-e-commerce/        

terça-feira, 15 de julho de 2014

Como produzir um bom currículo

O currículo é a porta de entrada para qualquer processo seletivo. Veja como reunir as informações de forma mais assertiva possível:

1° passo: Dados pessoais. Comece seu currículo com seus dados pessoais, coloque seu nome, telefone (com DDD),e-mail e endereço, no mínimo. Não é obrigatório, a não ser que a empresa solicite colocar CPF, RG, data de nascimento e estado civil.
2° passo: Perfil Profissional. Esta é a mais importante etapa do currículo. É o momento de escrever, em torno de 5 linhas, um resumo de suas experiências, formação, objetivo profissional e possíveis incoerências. Se o currículo tiver essa etapa, será o primeiro local que o recrutador irá ler. Por exemplo, se você for de uma cidade e estiver concorrendo a uma vaga em outro local, ou se tiver experiências somente em uma área específica e tiver concorrendo a outra área, explique isso neste espaço. Por exemplo: Estudante de Psicologia, atualmente reside em SP e possui experiência de um ano na área clínica. Hoje procura oportunidade na área de Recursos Humanos em Belo Horizonte. Observem que o “Perfil profissional” foi escrito em terceira pessoa.
3° Passo: Escolaridade. Se for um candidato de 2° grau, coloque a escola e o ano em que estiver cursando. Se for um candidato do ensino superior, torna-se desnecessário escrever sobre o 1° ou 2° graus. Foque na graduação, dizendo o nome da Instituição, nome do curso, data de início e fim ou previsão de conclusão se ainda estiver cursando. Utilize as mesmas dicas para Pós-graduação, Mestrado ou até outras graduações e não deixe de especificar se o curso está concluído ou em andamento.
4° passo: Experiência Profissional. Momento de descrever suas experiências, diga a Empresa, Cargo, Período (data de início e fim) e Atividade. Dizer o cargo é muito importante, porém não deve se limitar a ele. Nomenclaturas para as funções podem variar muito de empresa para empresa, por isso a importância do campo Atividade, será o momento de descrever o que fazia em cada experiência, dizendo suas responsabilidades e rotina de trabalho. Também é preciso colocar data de início e fim, e não coloque apenas o ano, os meses são fundamentais. Um candidato que coloca: de 2009 a 2010, pode se referir de um mês a dois anos de experiência e isso fará muita diferença. Experiências curriculares e estágios também devem ser colocados, principalmente se não houver experiências profissionais para descrever ou citar. Porém experiências antigas e que não possuem relação com a vaga pretendida, não precisam ser descritas.
5° passo: Formação Complementar. Momento de falar sobre cursos menores, de curta duração. Escreva a instituição, carga horária e ano de realização. Línguas também podem ser descritas neste espaço ou podem criar um tópico a parte para Idiomas. Diga o nível, por exemplo, Básico, Intermediário ou Avançado. Coloque em qual instituição fez seu curso de idioma e há quanto tempo estuda aquela língua.
6° e último passo: Conhecimentos complementares. Descreva seus conhecimentos em informática e o nível de seu conhecimento, além de outros que julgar relevantes.
Por fim, vamos a algumas dicas gerais:
• Tente não ultrapassar 2 páginas de currículo. É garantido que o recrutador não irá ler o currículo inteiro se este for muito longo;
• Erros de português são inaceitáveis. Cuidado com a escrita;
• Não diga características pessoais como: Sou dinâmico, aprendo rápido, bom relacionamento interpessoal. Qualquer candidato pode dizer isso, o momento da entrevista ou de uma possível dinâmica, será o momento de demonstrar suas habilidades comportamentais e pessoais e não no currículo;
• Cuidado com a organização. Deixe as informações fáceis de serem encontradas. Separe os títulos com Negrito ou Caixa alta;
• Escreva o suficiente, sem enrolar. Foque naquilo que deve ser dito;
• Ao enviar o currículo, diga no assunto do e-mail o nome da vaga para qual deseja se candidatar isso ajudará o trabalho do recrutador;
• E a mais importante de todas as dicas: Não minta, seja sincero e coerente em seu currículo!

5 dicas para montar um bom currículo

1 - Deixe claro qual é seu objetivo profissional. "Para qual função você está qualificado e desejando trabalhar?".
2 - Seja coerente e tenha certeza de que tem experiência e formação necessárias para exercer tal função.
3 - Deixe claras as habilidades que você tem e não as que você gostaria de ter; jamais minta.
4 - Cite os resultados positivos que você trouxe para as empresas que trabalhou. "Por que seria um diferencial te contratar?".
5 - Revise o currículo várias vezes para eliminar erros de português.


Fonte: http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2013/07/03/saiba-quais-sao-as-cinco-regras-de-ouro-para-fazer-um-bom-curriculo.htm

http://blog.contratanet.com.br/curriculo/como-fazer-um-curriculo-bem-feito/